ABANDONO AFETIVO: RENATA DE ARAÚJO MOREIRA (TALVEZ MEU BENEVIDES)-FILHA PARA CRISTINA MARIA RIBEIRO BENEVIDES (MÃE), 59 ANOS.

ABANDONO AFETIVO: RENATA DE ARAÚJO MOREIRA (TALVEZ MEU BENEVIDES)-FILHA PARA CRISTINA MARIA RIBEIRO BENEVIDES (MÃE), 59 ANOS.
Nem sempre, eduquei e criei uma filha com todo amor (talvez não tivesse tido limites). Mas amava ela mais do que a mim mesma. Dei tudo. Pai ausente e quando ela criou asas, casou, teve filhos. Nem a data do casamento dela spoube. Tudo escondido. Os filhos nasceram, escondidos de mim. Fiquei doente emocional dez anos e ainda tenho sequelas e não sei entender por quê. Hoje estou exausta, cansada de tanto trabalhar, de dar a ele. O melhor. O meu filho tem dentro do possível, tudo. Mas me ama, é meu companheiro. Tive vondade de suicidar. Mas por amor a meu filho, não. Estou planejando ir embora de Salvador para uma cidade ignorada por RENATA BENEVIDES DE ARAÚJO CERQUEIRA (OU MOREIRA. Esfaquemou-se. Não tenho o direito de ver netos. ALIENAÇÃO PARENTAL. ELA ESTÁ PREJUDICANDO OS FILHOS. IMPEDINDO QUE ELES COMPONHAM SUAS FAMÍLIA, SUA GERAÇÃO. NUNCA EM MINHA VIDA PENSEI QUE ISTO FOSSE ACONTECER. E UMA IRMÃ (CHIRLENE FERNANDEZ) MÁ QUE TEM RAIVA DE MIM INTERFERIU EM MINHA VIDA COM RENATA.

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 VEJAM CHIRLENE FERNANDEZ PEGANDO NO BRAÇO DE MINHA FILHA RENATA DE ARAÚJO MOREIRA (TALVEZ BENEVIDES – MEU SOBRENOME), 59 ANOS

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12 comentários sobre “ABANDONO AFETIVO: RENATA DE ARAÚJO MOREIRA (TALVEZ MEU BENEVIDES)-FILHA PARA CRISTINA MARIA RIBEIRO BENEVIDES (MÃE), 59 ANOS.

  1. Titia achou de se meter em minha vida com Renata. Nunca viveu comigo. Nunca me queixei de Renata e Duda com ela. Nunca me envolvi com a família dela: filho(a)s, neto(a)s e bisneto(a)s. Sempre a respeitei e a todos os seus familiares e agora titia contra mim sem saber de nada. Não conhece a história de meus filhos. Estou muito triste com a família de titio Mário. E sei tanto podres contra a família e fico calada. Não me cabe falar.

  2. Sempre procurei ajudar a todos, você, Vilma. Fui companheira de mainha com Chirlei, Pedrinho, painho, vovó Aleluia morreu com minha Sulamérica. Sem falar nos inúmeros anônimos que ajudei na estrada da vida, hospitais e condomínio e acho minha obrigação. Faço por gosto.

  3. Se Renata fosse pobre e andasse com os filhos do lado pedindo dinheiro e favores ninguém queria ela por perto. Mas tem dinheiro e é formada (agradeça a mim) e mora no Alphaville aí todo mundo é amigo(a). Chirlene é satânica e é cristã. Religião significa religar mas a dela é separar.

  4. Estão querendo fazer um livro com minha história, para que haja limites em todo amor. Primeiro o amor próprio e depois pelos outros inclusive filhos. Não tive limites com Renata. Foi tudo demais. O maior amor de minha vida. O projeto é do MADA (Mulheres que Amam Demais) e Bullyng Emocional

  5. Presidência da República
    Casa CivilSubchefia para Assuntos Jurídicos

    LEI Nº 12.318, DE 26 DE AGOSTO DE 2010.

    Mensagem de veto
    Dispõe sobre a alienação parental e altera o art. 236 da Lei no 8.069, de 13 de julho de 1990.

    O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

    Art. 1o Esta Lei dispõe sobre a alienação parental.

    Art. 2o Considera-se ato de alienação parental a interferência na formação psicológica da criança ou do adolescente promovida ou induzida por um dos genitores, pelos avós ou pelos que tenham a criança ou adolescente sob a sua autoridade, guarda ou vigilância para que repudie genitor ou que cause prejuízo ao estabelecimento ou à manutenção de vínculos com este.

    Parágrafo único. São formas exemplificativas de alienação parental, além dos atos assim declarados pelo juiz ou constatados por perícia, praticados diretamente ou com auxílio de terceiros:

    I – realizar campanha de desqualificação da conduta do genitor no exercício da paternidade ou maternidade;

    II – dificultar o exercício da autoridade parental;

    III – dificultar contato de criança ou adolescente com genitor;

    IV – dificultar o exercício do direito regulamentado de convivência familiar;

    V – omitir deliberadamente a genitor informações pessoais relevantes sobre a criança ou adolescente, inclusive escolares, médicas e alterações de endereço;

    VI – apresentar falsa denúncia contra genitor, contra familiares deste ou contra avós, para obstar ou dificultar a convivência deles com a criança ou adolescente;

    VII – mudar o domicílio para local distante, sem justificativa, visando a dificultar a convivência da criança ou adolescente com o outro genitor, com familiares deste ou com avós.

    Art. 3o A prática de ato de alienação parental fere direito fundamental da criança ou do adolescente de convivência familiar saudável, prejudica a realização de afeto nas relações com genitor e com o grupo familiar, constitui abuso moral contra a criança ou o adolescente e descumprimento dos deveres inerentes à autoridade parental ou decorrentes de tutela ou guarda.

    Art. 4o Declarado indício de ato de alienação parental, a requerimento ou de ofício, em qualquer momento processual, em ação autônoma ou incidentalmente, o processo terá tramitação prioritária, e o juiz determinará, com urgência, ouvido o Ministério Público, as medidas provisórias necessárias para preservação da integridade psicológica da criança ou do adolescente, inclusive para assegurar sua convivência com genitor ou viabilizar a efetiva reaproximação entre ambos, se for o caso.

    Parágrafo único. Assegurar-se-á à criança ou adolescente e ao genitor garantia mínima de visitação assistida, ressalvados os casos em que há iminente risco de prejuízo à integridade física ou psicológica da criança ou do adolescente, atestado por profissional eventualmente designado pelo juiz para acompanhamento das visitas.

    Art. 5o Havendo indício da prática de ato de alienação parental, em ação autônoma ou incidental, o juiz, se necessário, determinará perícia psicológica ou biopsicossocial.

    § 1o O laudo pericial terá base em ampla avaliação psicológica ou biopsicossocial, conforme o caso, compreendendo, inclusive, entrevista pessoal com as partes, exame de documentos dos autos, histórico do relacionamento do casal e da separação, cronologia de incidentes, avaliação da personalidade dos envolvidos e exame da forma como a criança ou adolescente se manifesta acerca de eventual acusação contra genitor.

    § 2o A perícia será realizada por profissional ou equipe multidisciplinar habilitados, exigido, em qualquer caso, aptidão comprovada por histórico profissional ou acadêmico para diagnosticar atos de alienação parental.

    § 3o O perito ou equipe multidisciplinar designada para verificar a ocorrência de alienação parental terá prazo de 90 (noventa) dias para apresentação do laudo, prorrogável exclusivamente por autorização judicial baseada em justificativa circunstanciada.

    Art. 6o Caracterizados atos típicos de alienação parental ou qualquer conduta que dificulte a convivência de criança ou adolescente com genitor, em ação autônoma ou incidental, o juiz poderá, cumulativamente ou não, sem prejuízo da decorrente responsabilidade civil ou criminal e da ampla utilização de instrumentos processuais aptos a inibir ou atenuar seus efeitos, segundo a gravidade do caso:

    I – declarar a ocorrência de alienação parental e advertir o alienador;

    II – ampliar o regime de convivência familiar em favor do genitor alienado;

    III – estipular multa ao alienador;

    IV – determinar acompanhamento psicológico e/ou biopsicossocial;

    V – determinar a alteração da guarda para guarda compartilhada ou sua inversão;

    VI – determinar a fixação cautelar do domicílio da criança ou adolescente;

    VII – declarar a suspensão da autoridade parental.

    Parágrafo único. Caracterizado mudança abusiva de endereço, inviabilização ou obstrução à convivência familiar, o juiz também poderá inverter a obrigação de levar para ou retirar a criança ou adolescente da residência do genitor, por ocasião das alternâncias dos períodos de convivência familiar.

    Art. 7o A atribuição ou alteração da guarda dar-se-á por preferência ao genitor que viabiliza a efetiva convivência da criança ou adolescente com o outro genitor nas hipóteses em que seja inviável a guarda compartilhada.

    Art. 8o A alteração de domicílio da criança ou adolescente é irrelevante para a determinação da competência relacionada às ações fundadas em direito de convivência familiar, salvo se decorrente de consenso entre os genitores ou de decisão judicial.

          Art. 9o  (VETADO)
    

    Art. 10. (VETADO)

    Art. 11. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

    Brasília, 26 de agosto de 2010; 189o da Independência e 122o da República.

    LUIZ INÁCIO LULA DASILVA
    Luiz Paulo Teles Ferreira Barreto
    Paulo de Tarso Vannuchi
    José Gomes Temporão

    Este texto não substitui o publicado no DOU de 27.8.2010 e retificado no DOU de 31.8.2010
    http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2010/Lei/L12318.htm

    ESTES SÃO MEUS NETOS, FILHO DE MINHA ÚNICA FILHA RENATA
    Moro em Salvador, na Bahia
    CRISTINA MARIA RIBEIRO BENEVIDES

  6. TIPOS DE VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇA E ADOLESCENTES. DISQUE DENÚNCIA: (71)3235-0000
    Abandono: “Caracteriza-se como abandono a ausência do responsável pela criança ou adolescente. Considera-se abandono parcial a ausência temporária dos pais expondo-a a situações de risco. Entende-se por abandono total o afastamento do grupo familiar, ficando as crianças sem habitação, desamparadas, expostas a várias formas de perigo”. (Claves- Centro Latino Americano de Estudos de Violência e Saúde).

    Negligência: “Privar a criança de algo de que ela necessita, quando isso é essencial ao seu desenvolvimento sadio. Pode significar omissão em termos de cuidados básicos como: privação de medicamentos, alimentos, ausência de proteção contra frio/calor”.(Claves)

    Violência Física contra Crianças e Adolescentes: “Qualquer ação, única ou repetida, não acidental (ou intencional), cometida por um agente agressor adulto (ou mais velho que a criança e o adolescente), que lhes provoque conseqüências leves ou extremas como a morte”. (Claves)

    Violência Psicológica: “É o conjunto de atitudes, palavras e ações dirigidas para envergonhar, censurar e pressionar a criança de forma permanente. Ameaças, humilhações, gritos, injúrias, privação de amor, rejeição, etc.”(CRAMI – Campinas)

    Exploração sexual comercial: É a comercialização da prática sexual com crianças e adolescentes com fins comerciais. São considerados exploradores os clientes, que pagam pelos serviços sexuais, e os intermediários em qualquer nível, ou seja, aqueles que induzem, facilitam ou obrigam crianças e adolescentes a se prostituírem . A pornografia, a prostituição e o turismo sexual são espécies de exploração sexual comercial de crianças e adolescentes.

    Turismo sexual : O turismo sexual utiliza também crianças e adolescentes. Nesse caso, trata-se de exploração sexual e comercial para servir a turistas nacionais e estrangeiros. As vítimas fazem, muitas vezes, parte de pacotes turísticos ou são traficadas como mercadoria (objeto sexual) para outros países.

    Pornografia infantil : É a exposição e reprodução do corpo ou de atos sexuais praticados com crianças, definida nos artigos 240 e 241 do Estatuto da Criança e do Adolescente, como a produção de representação teatral, televisiva ou película cinematográfica, fotografias e publicações utilizando-se de criança ou adolescentes em cena de sexo explícito ou pornográfica. A pornografia infantil é considerada uma forma de exploração sexual.

    Pedofilia : É a atração sexual de adultos por crianças. A pedofilia manifesta-se criminalmente como estupro, atentado violento ao pudor, sedução, corrupção de menores e exploração sexual.


    Delegacia Especializada de Repressão a Crimes contra a Criança e o Adolescente – DERCA

    A violência contra crianças e adolescentes é um fenômeno mundial. Visível ou invisível, suas causas são múltiplas e de difíceis definiçõe. As suas conseqüências são devastadoras para as crianças e adolescentes, vítimas diretas de seus agressores. Ao contrário do que se pensa, as desigualdades sociais não são fatores determinantes da violência doméstica, pois esta se encontra dividida em todas as classes sociais.
    O fenômeno da violência doméstica contra crianças e adolescentes, é definido como sendo “todo ato ou omissão praticado por pais, parentes ou responsáveis contra crianças e/ou adolescentes que – sendo capaz de causar dano físico, sexual e/ou psicológico a vítima – implica de um lado, numa transgressão do direito que crianças e adolescentes têm de ser tratados como sujeitos e pessoas em condição peculiar de desenvolvimento”.
    A Constituição Federal (art. 227) e o Estatuto da Criança e do Adolescente, criado pela Lei n° 8.069 de 13 de julho de 1990, garantem o direito à vida, saúde, liberdade, respeito, dignidade, convivência familiar e comunitária, educação, cultura, esporte, lazer, profissionalização e proteção no trabalho para todas as crianças e adolescentes. Foi a partir daí, que esses passaram no Brasil a ser juridicamente considerados sujeitos de direitos, e não mais menores incapazes, objetos de tutela, de obediência e de submissão. A construção de novas relações adultos-jovens, baseada em relações afetivas, de proteção e de socialização, implica em denúncia e responsabilização dos violadores desses direitos.

    É para a Delegacia Especializada para a Repressão de Crimes contra a Criança e o Adolescente – DERCA – que devem ser encaminhadas todas as queixas e denúncias de violência contra crianças e adolescentes. Instaurado o inquérito policial, o delito é investigado por profissionais especializados na área de proteção ao segmento infanto-juvenil que ouvem as partes e instruem o inquérito sob a responsabilidade do delegado, devendo garantir e efetuar o atendimento especializado, realizar diligências, interrogatórios, perícia técnica. A maioria dos dados sobre violência sexual contra crianças e adolescentes registrados na DERCA refere-se a casos de abuso, levados a julgamento, em geral, com base na palavra das vítimas e na coleta das chamadas provas materiais, realizada no corpo das mesmas. A unidade atende variados casos de maus-tratos e registra mensalmente 350 ocorrências, todas oriundas de demanda espontânea, ou seja, as vítimas é que procuram a DERCA.
    Caso você seja ou conheça crianças ou adolescentes que sofrem ou sofreram qualquer tipo de violência, abuso ou exploração sexual, familiar ou não, maus tratos, exploração ou discriminação, denuncie e procure orientação.

    VIVER – SERVIÇO DE ATENÇÃO A PESSOAS EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA SEXUAL

    Instituto Médico Legal Nina Rodrigues – IMLNR
    Av. Centenário, s/n
    Tel.: (IMLNR) 324-1508 Fax: 324-1511
    Atendimento 24h
    Unidade ligada à Secretaria da Segurança Pública do Estado da Bahia, instalado no Instituto Médico Legal Nina Rodrigues – IMLNR, objetiva reduzir, através de atendimento especializado médico e psicossocial, os efeitos da agressão sofrida pelas vítimas de violência sexual. Com equipe composta por assistentes sociais, psicólogos, ginecologistas, auxiliares de enfermagem e enfermeiras, realiza atendimento médico imediato aos problemas clínicos gerados pela violência sexual, atendimento terapêutico individual e em grupo e atendimento e acompanhamento social às pessoas em situação de violência sexual e suas famílias.

    CEDECA – Centro de defesa da Criança e do Adolescente

    Rua Conceição da Praia, 32 – Comércio – Salvador-Ba
    CEP 40 015 – 250 Tel/Fax: (71) 326-9878
    De 2ª a 6ª feira, das 08:00 às 12:00h e das 14:00 às 18:00h
    E-mail: webmaster@violenciasexual.org.br;

    CENTRO PROJETO AXÉ

    Rua Professor Lemos de Brito, 184 – Morro do Gavaza – Barra
    Salvador-Ba – Telefone: (71) 331-60777 / 331-7619
    E-mail: axé@zumbi.ongba.org.br;

    Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente

    Pça. Tupinambá, Av. Contorno n°22 – 2° Andar – Prédio da Setha
    Salvador-Ba – Telefone: (71) 242-1448

    Procuradoria Especializda da Criança e do Adolescente

    Av. Joana Angélica s/n° – Convento da Lapa – Salvador-Ba
    Telefone: (71) 321-3915

    Comissão do Menor da OAB

    2° Andar do Fórum Rui Barbosa – Campo da Pólvora
    Salvador-Ba – Telefone: (71) 243-8940

    DAI – Delegacia do Adolescente Infrator

    R. Agripino Dórea, 26 – Pitangueras – Brotas
    (Salvador): (71) 244-4363
    Contato: Vera Lúcia Oliveira da Rocha – delegada titular

    UNICEF

    http://www.unicef.org/brazil

    http://www.policiacivil.ba.gov.br/derca.html

  7. Como lidar com o bullying de um adulto na família

    Parar o bullying de um adulto dentro de uma família é uma prioridade, pois ele pode afetar a saúde física e mental de toda a família. Conflitos não resolvidos podem provocar um comportamento ameaçador e até mesmo violência. Existem três tipos diferentes de bullying: físico, emocional e verbal. O Conselho de Segurança do Canadá define o bullying como uma “luta pelo controle, feita por uma pessoa inadequada e insegura, e uma exibição de poder através da humilhação do alvo”. Deter um valentão adulto requer a cooperação da vítima. A vítima precisa desenvolver a autoestima, enfrentar o problema sozinha e dizer não.

  8. Formas de violência contra a mulher

    Segundo o artigo 7º da Lei nº 11.340/2006 são formas de violência doméstica e familiar contra a mulher, entre outras:

    I – a violência física, entendida como qualquer conduta que ofenda sua integridade ou saúde corporal;

    II – a violência psicológica, entendida como qualquer conduta que lhe cause dano emocional e diminuição da autoestima ou que lhe prejudique e perturbe o pleno desenvolvimento ou que vise degradar ou controlar suas ações, comportamentos, crenças e decisões, mediante ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento, vigilância constante, perseguição contumaz, insulto, chantagem, ridicularização, exploração e limitação do direito de ir e vir ou qualquer outro meio que lhe cause prejuízo à saúde psicológica e à autodeterminação;

    III – a violência sexual, entendida como qualquer conduta que a constranja a presenciar, a manter ou a participar de relação sexual não desejada, mediante intimidação, ameaça, coação ou uso da força; que a induza a comercializar ou a utilizar, de qualquer modo, a sua sexualidade, que a impeça de usar qualquer método contraceptivo ou que a force ao matrimônio, à gravidez, ao aborto ou à prostituição, mediante coação, chantagem, suborno ou manipulação; ou que limite ou anule o exercício de seus direitos sexuais e reprodutivos;

    IV – a violência patrimonial, entendida como qualquer conduta que configure retenção, subtração, destruição parcial ou total de seus objetos, instrumentos de trabalho, documentos pessoais, bens, valores e direitos ou recursos econômicos, incluindo os destinados a satisfazer suas necessidades;

    V – a violência moral, entendida como qualquer conduta que configure calúnia, difamação ou injúria.

    Tipos de violência

    Violência contra a mulher – é qualquer conduta – ação ou omissão – de discriminação, agressão ou coerção, ocasionada pelo simples fato de a vítima ser mulher e que cause dano, morte, constrangimento, limitação, sofrimento físico, sexual, moral, psicológico, social, político ou econômico ou perda patrimonial. Essa violência pode acontecer tanto em espaços públicos como privados.

    Violência de gênero – violência sofrida pelo fato de se ser mulher, sem distinção de raça, classe social, religião, idade ou qualquer outra condição, produto de um sistema social que subordina o sexo feminino.

    Violência doméstica – quando ocorre em casa, no ambiente doméstico, ou em uma relação de familiaridade, afetividade ou coabitação.

    Violência familiar – violência que acontece dentro da família, ou seja, nas relações entre os membros da comunidade familiar, formada por vínculos de parentesco natural (pai, mãe, filha etc.) ou civil (marido, sogra, padrasto ou outros), por afinidade (por exemplo, o primo ou tio do marido) ou afetividade (amigo ou amiga que more na mesma casa).

    Violência física – ação ou omissão que coloque em risco ou cause dano à integridade física de uma pessoa.

    Violência institucional – tipo de violência motivada por desigualdades (de gênero, étnico-raciais, econômicas etc.) predominantes em diferentes sociedades. Essas desigualdades se formalizam e institucionalizam nas diferentes organizações privadas e aparelhos estatais, como também nos diferentes grupos que constituem essas sociedades.

    Violência intrafamiliar/violência doméstica – acontece dentro de casa ou unidade doméstica e geralmente é praticada por um membro da família que viva com a vítima. As agressões domésticas incluem: abuso físico, sexual e psicológico, a negligência e o abandono.

    Violência moral – ação destinada a caluniar, difamar ou injuriar a honra ou a reputação da mulher.

    Violência patrimonial – ato de violência que implique dano, perda, subtração, destruição ou retenção de objetos, documentos pessoais, bens e valores.

    Violência psicológica – ação ou omissão destinada a degradar ou controlar as ações, comportamentos, crenças e decisões de outra pessoa por meio de intimidação, manipulação, ameaça direta ou indireta, humilhação, isolamento ou qualquer outra conduta que implique prejuízo à saúde psicológica, à autodeterminação ou ao desenvolvimento pessoal.

    Violência sexual – acão que obriga uma pessoa a manter contato sexual, físico ou verbal, ou a participar de outras relações sexuais com uso da força, intimidação, coerção, chantagem, suborno, manipulação, ameaça ou qualquer outro mecanismo que anule ou limite a vontade pessoal. Considera-se como violência sexual também o fato de o agressor obrigar a vítima a realizar alguns desses atos com terceiros.

    Consta ainda do Código Penal Brasileiro: a violência sexual pode ser caracterizada de forma física, psicológica ou com ameaça, compreendendo o estupro, a tentativa de estupro, o atentado violento ao pudor e o ato obsceno.

    http://www.cnj.jus.br/programas-de-a-a-z/pj-lei-maria-da-penha/formas-de-violencia

  9. Salvador (BA), 26 de janeiro de 2014
    Titia Raymunda Mattos – ENDEREÇO: VALÉRIA.
    A última vez que conversamos a senhora deu razão a Renata Benevides(?) de Araújo Moreira por atritos normais que houveram entre filha e mãe em 2003.
    Sempre tratei a filha que tive MUITO BEM. Fiz o meu possível. Amava mais que a mim mesma. Foi filha única 11 anos e NUNCA precisou trabalhar para se sustentar. Trabalhava nos finais de ano em boutiques para se manter no carnaval quando saía no Chichete. NUNCA TRABALHOU POR NECESSIDADE. NUNCA PAGOU SEQUER UMA CONTA DE LUZ MESMO FORMADA.
    O pai com problema de doença psicológica ( só enxerga a mãe e é a única família que conhece) NUNCA DEU NADA A VOCÊ. UMA CALÇINHA QUE FOSSE E AGORA CONTINUA COM DUDA.
    Faculdade sua e de Duda está sendo e foi aos trampos. Deve aqui, deve ali. Mas depois acertava as contas se não vocês não faziam o semestre e mesmo o ensino fundamental e médio.
    Juntava a cada final de ano: PL, Imposto de Renda (restituição), 13º salário, Salário, reajuste salarial em setembro de cada ano e plantões que fazia que Catharina me arranjava.
    Mas venci e vocês venceram. Duda está caminhando.
    O apartamento da Paralela eu comprei e quitei. É meu. A casa do condomínio de Arempebe comprei e estou quitando, tudo dado a Duda por documento.
    GOSTAVA DE TITIA RAIMUNDA DESDE CRIANÇA. UM AMOR IMENSURÁVEL. NUNCA ME ENVOLVI NA VIDA DELA, DE TITIO MÁRIO, FILHO(A)S, NETO(A)S E BISNETO(A). APESAR DE SABER DA VIDA DE VOCÊS EM TUDO SEM FREQUENTAR A CASA DE VOCÊS.
    POR QUE ESTÃO FAZENDO ISTO COMIGO COM RELAÇÃO A RENATA? O QUE TITIA E VOCÊS SABEM DE MINHA VIDA COM RENATA. NUNCA CHEGUEI NA CASA DE VOCÊS PARA FALAR DELA OU DE DUDA. NUNCA.
    O QUE VOCÊS QUEREM COMIGO? O QUE FIZ A VOCÊS?
    QUEM FEZ VOCÊS TRATAM A PÃO DE LÓ. AJUDEI SUA MÃE, TITIA EM TUDO: ASSISTÊNCIA MÉDICA, ALIMENTAÇÃO, CONDUÇÃO DELA EM CARRO (BIRA, QUE TEM PROBLEMA DE COLUNA DE TANTO CARREGAR VOVÓ ALELUIA). VOVÔ EDUARDO EU TINHA UM AMOR ESPECIAL. ALUGUEI UMA CASA. LEVEI PARA GUARAJUBA. AMEI. TRATEI BEM E BIRA SEMPRE NO CHECAP AO LADO DELE ENQUANTO EU TRABALHAVA.
    QUEM PAGOU O CAIXÃO E TUDO MAIS DO ENTERRO DE VOVÓ ALELUIA FUI EU E NUNCA NINGUÉM ME PERGUNTOU. VOVÔ TINHA DINHEIRO EM POUPANÇA. O ENTERRO DELE FOI COM O DINHEIRO DELE MESMO. MAS AMOR SEMPRE TEVE, PELO MENOS DE MIM.
    DEIXE-ME EM PAZ, TITIA. ME TRATE COMO EU SEMPRE LHA TRATEI. COM RESPEITO E AMOR. DEIXE MINHA VIDA E DE MEUS FILHOS EM PAZ. CUIDE DOS SEUS POR QUE ESTÃO PRECISANDO.
    CHEGA!!!
    Ainda com respeito,
    Sinceramente,
    Cristina Maria Ribeiro Benevides

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