PETIÇÃO PARA ASSINAR: “JÚRI POPULAR PARA KÁTIA VARGAS”. ELA QUE RESPONDA POR SEUS CRIMES. É JUSTO.

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Para: Tribunal de Justiça da Bahia. Juíza Joanice Guimarães

Ver foto do carro e da moto em meu blog – end abaixo 

MUITOS QUE QUEIRAM PODEM VER FOTOS INCLUSIVE DO CARRO E MOTO DOS ENVOLVIDOS EM MEU BLOG cbenevides.blogspot.com.br, de 11/04/2014. 

 
O martírio, o sofrimento, a revolta e a angústia da família pele mortre prematura de dois filhos adolescentes Emanuel e Emanuele, de 21 e 22 anos na época em outubro de 2013 em frente ao Apart Ondina Hotel com inúmeras testemunhas estarrecidas. Chorosas e que a médica e causadora deste evento macabro foi Kátia Vargas de Leal Pereira não teve a dignidade de prestar socorro, ver de estavam vivos, levar alguma dignidade aos adolescentes. 
 

A mãe dos adolescentes Marinúria Gomes Dias (Mari), enfermeira de muitos anos e trabalha com bebês, a força para ela vencer os dias de angústia e saudades. Ser Mãe, é um grande mistério. É desdobrar a sua vida, em um, dois, três, quatro…que o Criador lhe conceder. 
 

Mãe, seu filho nunca cresce é sempre aquela criança mimada precisando de atenção, cuidado, carinho e proteção. O amor de mãe, é sempre o mesmo porque procede do coração de Deus. 
Psicóloga Laura Diniz especialista em luto, muitas mães nessa situação se culpam por continuar vivendo. 

 

Vazio absoluto. Um nada sem chão, teto ou paredes. Mais que um poço fundo, o fundo sem o poço. A falta de ar. O desespero. A desesperança. Irracional, ilógico, inaceitável. As palavras e imagens mais fortes não são capazes de definir, na opinião de especialistas ouvidos pelo Estado, o luto de uma mãe que perde um filho. 
 

“A morte de um filho deixa cicatriz indelével, uma dor eterna”, explicou o psicanalista e psiquiatra Jorge Forbes, presidente do Instituto da Psicanálise Lacaniana. “É a pior situação humana, não há perda maior. Não tem nada de simbólico para a pessoa a elaborar essa perda. Você morre junto mesmo!” 

 
A empresária Elizabeth Cabral, de 54 anos, fundadora da ONG Dor de Mãe, disse que, provavelmente, a bancária Ana Carolina Cunha de Oliveira, de 24, ainda não realizou a perda da filha, Isabella, de 5. “Está tudo muito recente. Ela deve estar sendo muito assediada, o País se movimentou em volta disso”, afirmou Elizabeth, que perdeu um filho numa cirurgia malsucedida há oito anos. Segundo ela, a ficha demora muito para cair – já viu casos de um ano -, mas o tempo varia de mãe para mãe. “Eu segui esperando por um bom tempo. Fazia a comida preferida dele, limpava a casa com o desinfetante com o cheiro que ele gostava, não tirava o terno no armário, lavava o tênis. Aos poucos, fui tomando consciência de que meu filho não voltaria.” 
 

Segundo Forbes, o luto dura habitualmente de dois a seis meses para pessoas não muito próximas. No caso de filhos que perdem os pais, leva mais de um ano quando a morte é imprevisível. A dificuldade em lidar com a perda é maior entre 5 e 15 anos de idade, quando a pessoa ainda está constituindo a identidade. “Se for antes, fica mais fácil de substituir; depois, já se tem recursos para trabalhar o luto.” 
 

Se a morte dos pais é natural, decorrente da velhice, a dor é amenizada pela previsibilidade. 
 
“O filho vai se preparando durante toda a vida para a perda dos pais. O trabalho de luto é constante. Ele vai constituindo outra família, repete nomes de antepassados nos filhos, muda de posição em relação aos pais – passa a ser provedor -, começa a falar de herança etc.” A perda vai, então, se transformando em memória. 
 
O mesmo processo ocorre quando pais perdem filhos de forma previsível. “Ao longo de uma doença do filho, por exemplo, a dor dos pais é terrível, mas haverá elaboração. O luto começa no dia do diagnóstico e eles iniciam a substituição da presença pela memória”, explicou o psiquiatra. 

 

“Gradações do Luto” 
 

Em termos técnicos, chama-se trabalho do luto, segundo Freud, a atividade que a pessoa realiza quando perde alguém querido. “Para Freud, o ser humano não é um ser de dois braços e duas pernas. É como se fosse uma ameba com vários braços e pernas que nos conectam com as pessoas do mundo com maior ou menor intensidade”, explicou Forbes. Quanto mais difícil for colocar amor em palavras, mais forte será a conexão e mais dolorosa, a perda. O trabalho de luto é a recolocação desses “braços e pernas” que ficaram soltos em outras pessoas e ideais. Ocorre após um tempo de recuo sobre si mesmo, depressão ou melancolia. 
 

MORTE, O NADA. A ESPERA DO QUE NUNCA IRÁ CHEGAR! 
 

DRA JOANICE GUIMARÃES, SEU COLEGA DR. RUY BARBOSA DIZIA: A justiça atrasada não é justiça; senão injustiça qualificada e manifesta. 
 

A SENHORA COMO MÃE, SER HUMANO E PROFISSIONAL NECESSITA COLOCAR EM ESTA DECISÃO NAS MÃOS DO POVO, EM UM JÚRI POPULAR POR QUE O PODER EMANA DO POVO. 
 
jÚRI POPULAR PARA KÁTIA VARGAS”. ELA QUE RESPONDA POR SEUS CRIMES. É JUSTO.
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